Couve Kale – Os Segredos de um Alimento rico em Nutrientes

Couve Kale – Os Segredos de um Alimento rico em Nutrientes

A Couve kale é um vegetal que ganhou fama e consumo pelas suas reconhecidas ajudas ao organismo nos últimos anos. Desde suas propriedades nutritivas e anti-inflamatórias até ajuda a perder peso, é um vegetal adequado para incluir na dieta diária.

O que é kale

A kale, ou couve frisada é uma variante da couve caracterizada pela sua típica folha frisada e pertencente a família das Brassicaceae ou Cruciferae, da qual também pertence o repolho, couve roxa, couve-de-bruxelas, couve-flor, brócolos, grelos e nabos. Mais na sua aparência difere bastante dos seus parentes do resto das couves, uma vez que a couve é alongada em vez de arredondada e as suas folhas são mais semelhantes às da alface.

Seu nome cientifico é Brassica olerácea var.acephala e suas origens surgem nos sobre os países costeiros do sul e o oeste do velho continente.

Para que serve a Couve Kale?

É uma hortaliça que, como consequência dos descobrimentos sobre os seus benefícios nutricionais para a saúde, acabou por ser classificada como um dos melhores alimentos, pelo que se entende que aqueles alimentos concentram um enorme catálogo de nutrientes ao mesmo tempo aporta um escasso valor energético, por tanto consideramos concentrados alimentares.

Suas folhas, envolve quase a totalidade da hortaliça, chama atenção pelo seu colorido e sua textura claramente arrugada. Para aqueles que provam tem um sabor delicioso, no qual favoreceu enormemente seu auge na dieta nos países ocidentais, incluso Espanha, de forma complementaria a sua utilidade de prevenir o sobrepeso e a obesidade já que se trata de um alimento notavelmente hipocalórico.

folha de kale

Tradicionalmente á passado desapercebido entre os múltiplos vegetais comestíveis existentes, adjudicando um escasso sabor e sem reconhecer suas imensas virtudes, cuja descrição encontraremos posteriormente. Faz algum tempo que a irrompeu na cena das novas tendências dietéticas ganhando uma popularidade inusitada e bem merecida em pouco tempo.

Uma das razões que levou a Couve kale ao protagonismo que tem na alimentação é a corrente surgida de consumir sumos verdes de forma cotidiana, onde esta hortaliça tem um papel muito importante para a saúde.

Os diferentes tipos de Couve Frisada

Podemos falar dos seguintes tipos, cujas diferencias radicam na textura e na morfologia:

  • Kale verde: suas folhas, sempre verdes, podem ter um matiz de mate ou brilhante, pois existem sub-variedades dento dela. Estas variedades se manifestam também na forma que adaptam, redondeadas, ovaladas, alargadas, mais lisos, mais frisada…
  • Kale lacitano ou toscan kale, também conhecido como dinossauro (porque tem semelhança a pele de um dinossauro) é de folhas afiladas, largas e estreitas que se caracteriza por um tom azul verdoso bastante escuro. Sua consistência é tal que no cedem durante o cozinhado, mantendo-se firmes na cozinha. Enquanto ao sabor, é de tipo onde menos se aprecia o gosto que caracteriza esta espécie.
  • Kale redbor: são de cor vermelha ou roxo intenso por ser rico em antocianinas, o que confere uma estética que oferece, além do uso culinário, a utilidades como uma planta ornamental em jardins e arranjos florais.
  • Kale ruso rojo: suas irregulares partes largas e aplanadas tem uma cor vermelha com presencia de tons roxo nos nervos. Seu ligeiro toque picante não priva de ser considerado o tipo de couve frisada de proporção mais doce no paladar.
  • Kale frizada: nesta variante predomina um tom moderadamente picante e amargo, pelo qual são mais apreciadas as jovens, de cor verde escuro, que acumulam a menor intensidade de essas da qualidade do sabor.

especie kale produto

Cultivo da kale verde

Se pode dizer que kale verde é uma hortaliça de cultivo simples e adaptável a qualquer horta urbana de que tanto proliferam em nosso dia. O cultivo da Kale apenas guarda diferencia com outras espécies de crucíferas. Trata-se de eleger os solos com uma boa drenagem, abonar- los adequadamente e intentar que este em zonas que a temperatura se adapte ao crescimento de esta hortaliça, que se move entre os 10º e os 20ºC.

Nas hortas familiares é pouco comum seu cultivo no verão, embora seja capaz de resistir bem em locais semi-sombreados onde não receba horas excessivas de luz solar direta (desde que não sejam áreas do sul e interior peninsular que sofrem picos estivais)

É importante hacer previsão de plantas acorde com o calendário, o que supõem preparar as sementes no começo do verão com previsão para quando comece setembro (ou metade do mês), as mudas que surgirem estejam preparadas para o transplante para a horta. 

Se deve enterrar as sementes a 0.5-1 cm baixo a superfície do solo de uma bandeja ou uma sementeira, aconselhando-se a incorporação de uma combinação de turfa, perlite e composto que é eficaz para estimular, a germinação e o desenvolvimento vegetativo das plantas.

Estes não devem levar-se para a horta até que não cresçam pelo menos 14-15cm; não é aconselhável apressar o transplante porque existe o risco de paralisar o impulso inicial no seu crescimento e isto pode afetar a evolução geral da hortaliça.

 Setembro é o mês, mas adequado para praticar esse transplante porque a planta, nas suas etapas iniciais precisam de suaves temperaturas para começar o desenvolvimento vegetativo. A entrada da segunda metade do outono, na que são prevísseis temperaturas mais baixas, deve dispor de uma massa de folhas já apreciável.

As kales (e as cruciferas normalmente) são fortes demandantes de nitrogénio, o que obriga a optar por uma dessas duas possibilidades: abonar a terra com bastante fertilizante ‘ad hoc’ antes de continuar com o transplante das plantas ou bem ocupar um terreno onde se há cultivado anteriormente alguma legume, já que esta família de vegetais distingue-se por enriquecer o solo com nitrogénio graças a uma simbioses entre as suas raízes e as bactérias do género Rhizobium, fixadoras do nitrogénio atmosférico.

Enquanto ao espaço requerido para o seu cultivo, a couve frisada necessita esta em função do volumem que vão acumulando sus folhas ao desenvolver-se e de que cada exemplar exige um mínimo de 25 litros de substrato. As dimensões recomendadas são 60×40 cm, garantindo um mínimo de 40cm de distância entre plantas.

Enquanto as necessidades de água, kale requer humidade constantemente, mas nunca em excesso.

É uma planta que se colhe de forma continua removendo as que já estão maduras, mais nunca forçando o ritmo porque deixar a planta desprotegida pode causar problemas. A orientação ideal é coletar 2 ou 3 folhas por planta semanalmente, o que está em linha com o número de plantas que crescem o suficiente para atender às necessidades.

Os perigos que correm o cultivo do Kale

A praga que pode sofrer mais habitual é a chamada borboleta da couve (Pieris brassicae), um problema recorrente e chato, mais de fácil solução. As lagartas são muito rápidas e são capazes de diminuir notavelmente a couve, e sujar-lha com as suas fezes.recoletação kale ingrediente

O tratamento conta a borboleta da couve pode ter duas soluções: química ou biológica. A primeira se basa em utilizar permetrinas, como o cipermetrim, o deltametrim ou o indozacarb, que são eficazes quando as plantas estão na sua etapa inicial do desenvolvimento.

A segunda solução seria a luta biológica, que consiste em espalhar a bactéria Bacillus thuringiensis, que combate as lagartas provocando-lhes uma infeção, ou com Apantele glomeratus, um parasito que as deixam esgotadas até morrerem.

Outros perigos é o pulgão, que vem associado a um excesso de abono, assim como a mosca branca e os típicos caracóis e babosas. Estes últimos requerem para seu controle, o uso de produtos repelentes como pode ser um granulado de óleo essências. Outra alternativa é regar pelas manhãs em vez de fazê-lo no entardecer ou misturar um sistema de rego de gotejo, assim como jogar cinzas em volta da horta, casca de laranja ou casca de ovo triturado pode ajudar bastante a controlar sua presença. E se queremos acabar com a praga muito extensa, o mais eficaz é aplicar alguma das formulações que incorporam o princípio ativo fosfato de ferro.

Em relação ao pulgão (brevicoryne brassicae), pode dizer que normalmente afeta as plantas mais frágil e pode controlar com a administração periódica de óleo de Neem e também aumentando a presença de borboletas para realizar um controle biológico na horta. Estas comportam-se como eficazes depredadores de pulgões (uma só larva pode acabar diariamente com 100-150). Para conseguir uma boa população de borboletas usa-se um atraente de insetos que consiste numa pelicula fina que libera continuadamente óleo vegetais essenciais. 

Kale, o superalimento de novo molde com efeitos farmacológicos colaterais 

O Centro para o Controle e a Prevenção de Doenças de Atlanta (Georgia, Estados Unidos) confecionou um catálogo composto por 47 alimentos baseado na sua densidade nutricional, e na incidência com a prevenção de doenças. 

Dentro do mesmo, kale ou couve frisada demostra ser altamente generoso nos 17 nutrientes específicos: fibra, proteínas, cálcio, potássio,ferro, zinco, vitaminas A, B1, B2, B3, B6, B12, C, D, E, K e ácido fólico (também conhecido como vitamina B9).

A qualificação proporciona a instituição de cada alimento representa o valor medio da IDR ou toma recomendada que aporta seu consumo ao organismo. Pois bem, a couve frisada ocupa a decimo-quinta posição dentro da uma lista ’top three’, o canónigo com 100%, o repolho chines com 92% e a acelga com um 89% o que corresponde a densidade nutricional de 49%

Uma das principais características da kale é que, tratando de uma verdura de folha, fecha um conteúdo energético extraordinariamente escasso, com a cifra de 45 kilocalorias por 100 gramas. Isto, isolado, não seria motivo de ser considerado brilhante se não fosse pela brilhante densidade nutricional que contém em todos os princípios ativos mencionados no párrafo anterior. Mais além da sua imensa abundância em fitonutrientes, a couve frisada é amplamente valorizada devido a sua concentração em sustâncias antioxidantes das quais vamos a dar informação no desenvolvimento deste artigo. dieta saudável kale

Do ponto de vista nutritivo, a kale como qualquer hortaliça de folha, destaca por um altíssimo conteúdo de água, no que conduz a um interessante papel como depurador e desintoxicante do organismo. Além disso, afasta -se da norma geral dos vegetais afins a ela em aportar um interessante conteúdo em proteínas, que eleva até um 10% da matéria seca. Também, o qual é mais acorde com a normal geral, pode classificar-se como rico em fibra, que está representada com um 3%, sendo muito pobre em carboidrato solúveis e limitando o surgimento da matéria da gordura aos ácidos de gordura essenciais das series ómega 3 e 6 .

Foca-se atenção sobre as suas propriedades anticancerígenas e benefícios desintoxicantes, que em grande medida vem derivadas de um conteúdo em antioxidantes muito superior ao habitual neste tipo de hortaliças e extraordinário se tomamos como valor absoluto.Em concreto, couve frisada é especialmente abundante em flavonoides e carotenoides, os dois principais grupos de substâncias antioxidantes vinculadas a capacidade de prevenção de muitas modalidades de cancro. Em concreto, um estudo demostrou que, entre todos os alimentos incluídos o mesmo, a kale espalha o mais potente efeito protetor conta o cancro de bexiga.

Na composição química da couve frisada brilha a luz própria o impressionante elenco de flavonoides. Incluindo 32 compostos polifenólicos e três ácidos hidroxixinámicos. Todos eles podem atuar em bastantes frentes dentro do organismo, todos contribuem a manter os níveis do colesterol dentro do rango fisiológico e evitar a proliferação dos temidos radicais livres surgidos das oxidações nas membranas celulares. Entre os flavonoides mais relevantes que contém o kale em concentrações elevadas devemos destacar os kaempferoles e a quercetina.

Pela sua riqueza em fibra e em ácidos de gordura essenciais, se sabe que ajuda a minimizar os principais fatores de risco de doenças cardiovasculares. Esta comprovado que a toma em forma de suplemento alimentar equilibra o balance entre o colesterol bom ou HDL e colesterol ruim ou LDL, incrementando o primeiro e reduzindo o segundo.Além disso, a couve frisada cozinhada a vapor eleva drasticamente o efeito vinculado dos ácidos biliares e é um 43% mais eficaz que a colestiramina, fármaco especialmente indicado para reduzir a taxa de colesterol.

Abundante de atributos, também é importante ressaltar a escassez da que faz referência a kale em sustâncias rotuladas como antinutrientes em comparação com diferentes hortaliças de folha: falamos, por exemplo, dos fitatos( que bloqueiam o fósforo), os oxalatos (que fazem o próprio com o cálcio) e os taninos (diminui a assimilação das proteínas), praticamente inexistentes na couve frisada, o qual atribui um valor a algumas substâncias nutritivas porque seu aproveitamento é ótimo.

Que Vitaminas contém a Kale ou Couve Frisada?

Um dos apartados que permitem a kale exibir da sua prestigiosa condição de superalimento esta representado pelas vitaminas. Só um copo (uns 65 gramas) de couve frisada contém, tomando como valor de referência, a dose diária recomendada:

Seu conteúdo de vitaminas foi estudado, concluindo que entre elas encontram-se concentrações muito chamativas da K (a razão de um miligrama por gramo de couve), a C (com mais de 20mg por cada 100g). A y a E.

A vitamina K está relacionada com a prevenção do cancro de cólon, de pulmão e em geral de todos os que tem origem hormonal, além de favorecer a saúde óssea e acha-se (faltam dados que comprovem), ajudar a conter o progresso da doença do Azheimer. tabela resumem vitaminas

Outra das vitaminas nas que a kale é generosa é a vitamina S (com uns 35mg por cada 100 g), necessita para manter o normal do estado de saúde ocular e dos epitélios, as membranas mucosas que tapam a infinidade de condutos repartidos por todo o organismo além do epitélio geral de revestimento, a pele. Não podemos esquecer que ao mesmo tempo é um nutriente que deve ser tido em conta na prevenção do cancro de pulmão e boca.

Graças a sua grande quantidade de vitamina C estimula o sistema imunitário, o metabolismo e a hidratação da epidermis. Em relação com este último, este conteúdo em vitamina C é importante para garantir os processos de reparação das células epiteliais e comprovar a formação de colagénio, indispensável para uma boa integridade da pele, cabelo e unhas.

Outro dos pontos clave da couve frisada na parte vitamínica é o ácido fólico. O grande destaco é sua intervenção no desenvolvimento do cérebro fetal. A couve frisada é rica em ácido fólico, pelo que seu consumo durante a gravidez pode somar esforços de cara a alcançar o peso adequado até o nascimento e a formação adequada do tubo neural, precursor da médula espinal.

Propriedades da kale ou Couve frisada

O papel dos Carotenoides na Couve frisada

Os carotenoides, um grupo de substâncias pigmentadas presentes só no reino vegetal, tem uma função muito importante como freio na formação dos radicais livres, principais responsáveis do deterioro celular y, por consequente, o envelhecimento de muitos processos degenerativos e crónicos.

A luteína e a zeaxantina são os dois carotenoides que conferem a couve frisada sua característica cor entre as suas propriedades, e ambos casos é reconhecida pela eficácia para prevenir processos degenerativos próprios do órgão da visão: degeneração macular e as cataratas.

A luteína, em concreto, tem um papel similar ao de um filtro solar no fundo do olho, protegendo a perdida da agudeza visual que forma parte da evolução natural. 

 

Os macrominerais da Kale

Pela sua riqueza em minerais é um alimento ideal para os desportistas traz o esforço, já que o que pode ajudar-lhes a restabelecer os electrolitos perdidos com o suor. Mais passemos a revelar os minerais que tem uma grande aportação destacável a kale.

O cálcio, um mineral estrela na composição nutricional da kale

Sua riqueza em cálcio faz que seja mais interessante para prevenir a osteoporose pela mesma densidade óssea que, especialmente, tem lugar nas mulheres traz sofrer a menopausa e no homem na idade avançada.

Este mineral, não só deve destacar sua extraordinária abundância, mais também sua eficaz absorção intestinal (superando a dos produtos lácteos, algo dificultada pela presença de caseína e lactose) é devido ao já mencionado em apartados anteriores: a pratica ausência de ácido oxálico e oxalatos, que tendem a sequestrar formando uns complexos chamados quelatos que são desperdiçados pelo bolo fecal. De todas as formas. Convém saber a melhor forma de aproveitar todo o cálcio é consumindo-a crua o em pó em lugar de cozinhar.

O ferro, outro das defesas da kale

corredores ferro

Estamos entre uma das fontes vegetais de ferro, deve-se prestar atenção neste dato, principalmente um setor da população em concreto: o dos vegetarianos, e os veganos, já que não comem os produtos de origem animal, que é o principal subministro de este mineral, e os obriga a servir-se de matérias primas vegetais para evitar a anemia.

O ferro é vital para a síntese da proteína e o pigmento sanguíneo hemoglobina, assim como as enzimas que intervém no processo de transporte e utilização do oxigénio em todo o corpo. Obstante, deve advertir-se que o ferro da couve frisada se encontra em uma forma química chamada” no hemo”, que é menos disponível que a que adota o ferro de origem animal.  Bem que esto constitui uma certa desvantagem, pode compensar-se acompanhando o seu consumo com algum alimento ácido. Por exemplo, algum cítrico.

Se o expressamos em términos de densidade nutricional, a kale tem mais do dobro de ferro por quilocaloria que, por exemplo, a carne de vaca (por cada 100 kilocalorias, a carne de vaca aporta 1.3 mg e a kale 3 ).

O potássio, outro importante referente mineral

Seus altos níveis de potássio provocam um positivo efeito diurético que constitui diferentes benefícios para o organismo, já que pela essa razão contribui para eliminar os excedentes de líquidos que desequilibra, o metabolismo eletrolítico, alem disso serve como deposito de toxinas. Por isto, consumir kale é conveniente em situações de diabetes, obesidade, gota (por excesso de ácido úrico) e insuficiência cardíaca e renal. Um dos efeitos mais conhecidos do potássio é a redução da pressão arterial em situações de hipertensão.

Completaremos esta alusão a riqueza em minerais referindo-nos a um oligoelemento (já que não é macromineral) que encontrasse nas quantidades bastantes apreciáveis na kale, o boro. Este mineral desenvolve sua principal função no organismo feminino, já que contribui para diminuir o deficit de estrogénios na saúde que carateriza a etapa de menopausa, amortecendo de esta forma a dificuldade de fixar o cálcio dos ossos que as mulheres de mais de 50 anos constitui um problema metabólico de primeiro ordem. 

O kale como ingrediente ideal nas dietas de emagrecimento

Sua riqueza em fibra e proteínas e seu baixo aporte energético constitui um coquetel que brinda a condição do alimento muito aconselhável para ser incluído em dietas para perde peso. No entanto a fibra, a crença popular lhe faz ser importante só em caso de tendência a prisão de ventre, o qual não ajusta-se a realidade porque todo o organismo demanda um aporte de fibra solúvel que garanta um adequado transito intestinal e cumpra uma finalidade como envolvente de moléculas que convém ao organismo que passam a corrente sanguínea, especialmente as gorduras saturadas.

A couve frisada é um seguro de vida para o fígado pelos seus benefícios para a saúde

A couve frisada ajuda a manter o fígado a funcionar corretamente, o que é vital para o bom desenvolvimento geral do organismo, já que se trata, nem mais nem menos de um laboratório do organismo. Como atuar para conseguir este efeito? Pois mediante umas moléculas ricas em enxofre chamados sulfuro que ativam determinadas enzimas que desempenham uma função especifica na produção da Bílis.

Esta tem um lugar através as reações de conversão do colesterol em ácidos e sales biliares, que são liberados pelo conduto colédoco ao intestino delgado cada vez que se toma gorduras. Uma vez que as gorduras são metabolizadas, os ácidos biliares são reabsorvidos na corrente sanguínea para sua reutilização quando for preciso, comportando-se como um reservatório de colesterol.

No processo pode interferir umas substâncias chamadas sequestranstes de ácidos biliares que, unidas quimicamente, podem evitar a sua reabsorção. E quando isto sucede, a quantidade total do colesterol diminui-se. Pois bem, a kale contém estos sequestrantes, para reduzir os níveis de colesterol.

Uma purga natural de toxinas baseadas em isotiocianato

Em apartados atrás referimos sobre a parcela da couve frisada na que merece a pena parar um pouco pela sua importância para ao seu organismo. Trata-se do seu labor como desoxidante natural, na sua maior parte devido ao isotiocianato conteúdo nas glucosinatos, cuja presença nas crucíferas é muito grande tendo uma função defensiva conta as agressões.

No entorno ambiental e alimentário em que vivemos somete-mos a uma agressão mediante toxinas que incorporamos o organismo através de alimentos processados, contaminados atmosféricos, pesticidas, medicamentos de síntese… De tudo isso, deve defender-se colocando em movimento mecanismo desoxidante que protege das doenças, e uma ferramenta natural de incalculável valor que constitui a kale com seus glucosinolatos, que complementam. Por outra via, o poder de prevenção de seus antioxidantes, os flavonoides e carotenoides. 

O poder anti-inflamatório da kale derivado dos seus ácidos de gordura essenciais

Não seria exagerado dizer que um dos maiores benefícios que se obtém de comer com assiduidade couve frisada é aproveitar melhor suas propriedades anti-inflamatórios

Se consideramos que um dos principais fatores que coincidam o poder anti-inflamatório é respeitar a proporção ideal entre os ácidos de gordura ómega -3 e ómega-6, podíamos afirmar que a couve frisada é o alimento anti-inflamatório por excelência. Ao ser estes segundos de tendência pro-inflamatória, aqueles alimentos que contém em grandes quantidades pondo as condições para que se estabeleça um estado inflamatório crónico que é um denominador comum de infinidades de doenças de corte degenerativo ou neoplasico archiconocidas, como a artrites reumática, a doença de Crohn ou os cancros, sem animo de esgotar o catálogo. O que consegue a kale é gerar um desequilibro entre efeito pro-inflamatório dos ómega-6 (cuja principal representante é o ácido linoleico) e o anti-inflamatório dos ómega -3 a favor do último. Em sua composição guardam uma proporção de ómega-3-ómega-6 de 1.:1, o que faz contrapeso aos efeitos negativos de um consumo regular de alimentos carregados de óleo vegetal nos qual predominam os ómega-6. kale-anti-inflamatorio-efeito

Como sabemos, a kale contém muito pouca gordura, mas uma boa parte dela é ácido a-linoleico da serie do ómega-3. E um dos poucos alimentos que contém maior quantidade de ácido de gordura ómega-3 que ómega-6. Definitivamente, convém saber que uma dieta basada em alimentos processados e refinados contém excessivos de ómega-6 e poucos ómegas-3, o que estimula os processos inflamatórios

Não estaria completa a descrição do potencial anti-inflamatório da kale se não falamos do papel de outros compostos sulfúricos, os chamados sulforanes (3). Estes podem ser liberados pelas baterias no intestino grosso e absorvido pelo corpo, onde além do efeito que estamos a assinalar é atribuído como o maior anti-cancros

A moda dos sumos verdes ricos em kale

Nos Estados Unidos já levam um tempo como os sumos verdes ou greeners na cozinha, para a receita são essenciais as folhas de couve frisada e cada vez mais protagonistas dos planeamentos dieteticos contra o cancro devido a sua grande concentração de substâncias antioxidantes, vitaminas do grupo B como o ácido fólico e os minerais como ferro, zinco, magnésio magnésio cujas proporções oscilam em função a da composição exata do sumo. Como anti-cancros não só tem fama de profilático como alimento de longo prazo, mais também no contexto de tratamentos a cancros já instaurados porque se sabe que facilita o trabalho terapêutico da quimioterapia.

Não devemos limitar a sua utilização á área do cancro. Suas propriedades renegadoras obstaculizam a ação letal dos radicais livres como produtos e detonantes a sua vez de oxidantes de membrana, o que faz interessado nas dietas desoxidantes, eficazes e baratas.

sumo de kale

Efeitos secundários e contra indicações da Couve Frisada

Em princípio, kale é um alimento altamente beneficioso, algo de que, uma vez que tenhamos lido tudo o que precede neste artigo, não deve ter nenhuma duvida. Mais apesar disso sua abundância em alguns minerais e vitaminas e em outros princípios ativos pode constituir uma arma de dobre gumes depende de que ocasiões que passamos a descrever:

As pessoas afetadas de hipotiroidismo podem estar comprometidas na absorção do iodo devido a ingestão dos compostos de enxofre como glucosinolatos e sulfofaranos que interfere nesta parcela do metabolismo. Em concreto, os glucosinolatos, ao ser ingeridos, produzem goitrina, um composto que interfere com a síntese das hormonas das tiroides causando hipotiroidismo.

Quem esta sendo tratado com medicamentos anticoagulantes ( por exemplo acetilsalicílico) também deve tomar cuidado com o consumo da couve frisada pela sua elevado conteúdo em vitamina k.

A kale, sucede com outras hortaliças de folhas frondosas porque a folhagem são uns excelentes preceptores, é veloz durante o seu cultivo na hora de agarrar através das suas raízes metais pesados do chão como cadmio, talio ou arsenico, presentes da forma natural e bastante tóxicos pela acumulação. Mais consumindo esta hortaliça de maneira razoável e sem abusar, esses contaminantes não tem porque ser uma moléstia. 

Um efeito secundário não muito frequente, mas que devemos ter em conta ao beber o sumo da kale é um certo mal-estar intestinal, que chamamos como flatulências e diarreia, sintomas que parecem estar relacionados com ingestão de sorbitol, um poliálcool, que se utiliza frequentemente como adoçante. Dentro deste apartado podemos falar que as pessoas sofrem de colón irritado devem ter precaução com esta hortaliça.

Se descreverão quadros de hiperpotassemia caraterizados pela debilidade muscular, fatiga, diarrea e dor no peito. As pessoas que tenham recomendada uma dieta baixa em potássio, deve evitar o consumo de kale, assim como de banana, batatas, feijões, laranja, brócolos e espinaca, entre outros alimentos.

Introdução da kale nas receitas e na cozinha

Nas regiões do norte espanhol, é muito habitual a inclusão da kale nas tradicionais receitas de pratos de colher a base de sopas, como a borona( pão cuberto de kale), o potaje asturiano, cocido galego ou o cocido montanhés de Cantabria. 

A kale é muito simples de mexer na cozinha e nas suas receitas, pode usar-se tanto em cru, lavando a bem, ou pode cozinhar-lha. Tem uma vantagem que a distingui das outras crucíferas, não produz gases nem inchaço abdominal. Não deve demorar para consumir-lha uma vez comprado, já que conforme vai secando-se, seu sabor fica mais amargo.

Utiliza-se mais a suas folhas por ser mais nutritiva, bem que os talhos são também comestíveis e apetecíveis. Seu cozinhado não requer muita água no cozinhado para preservar na medida do possível a sua riqueza em vitaminas hidrossolúveis. Por isso, antes de cozinhar-lho é preferível elaborar pratos nos que só refoga com outras hortaliças, ou carnes.  É ideal para acompanhar pasta ou arroz como guarnição alinhada com molhos, assim como misturado com puré de batatas para o prato esteja cheio de nutrientes e tenha melhor textura.receita kale ingrediente

Há uma combinação muito apetitosa que consiste em refogar o óleo de coco, alho fresco e cebola. 

Já pensado fora das receitas de comida, outra alternativa é consumir em sumos, batidos ou smoothies. Neste caso, Academia espanhola de Nutrição y Dietica recomenda consumir melhor estas receitas líquidas ou semilíquidas a ritmo lento e intermitente para evitar problemas digestivos.

Para uma melhor consumição, é importante saber que ás folhas mais suaves tem um sabor suave, a mais madura tem o sabor maís intenso. Para consumir cru, devemos quita el nervo central das folhas, que é bastante duro e se alinha um pouco com sumo de limão e óleo de oliva, é a maneira de atenuar o seu sabor.

Os chips de kale elaboram-se pulverizando as folhas com óleo de oliva ou de abacate, depois ase coloca uma pitada de sal, leva-se ao forno até que estejam secas. 

Na hora de armazenar e conservar, encontramos várias maneiras de fazê-lo:

  • Como compramos, podemos deixar na geladeira coberto com um guardanapo húmido e dentro de um saco de plástico. Sua duração é como muito uma semana e pode reduzir-se para uns 2 dias se não é comprado fresca.
  • Cortando em tiras, uma vez que foi lavada e secada, corta-se os talhos e cortas as folhas em tiras e colocasse em sacos herméticos e colocasse na geladeira.
  • Desidratado, se pode utilizar um desidratador de alimentos ou simplesmente num forno convencional a temperatura baixa, deixando atuar por carias horas. Uma vez desidratado, se trituram e coloca-se num pote de vidro tampado. Essa kale desidratada é ideal para jogar sobre diferentes pratos e receitas, aproveitando muito bem seus nutrientes e evitando, que perca o sabor, ou as caraterísticas de este.
  • Congelado: Temos que lavar e secar muito bem, despois metemos no congelador dentro de um tuppers ou recipientes similares para que extem só umas horas; depois sacam-se para colocar em sacos, nos quais se mantém em congelação podendo durar assim mais de um mês na nossa cozinha.

Para terminar, aconselhamos melhor a compra do cultivo ecológico, o que assegura que esta não tem pesticidas. Comprar sempre num lugar totalmente fiável ou em forma de suplemento alimentar que acredite em garantias de procedência de cultivo ecológico certificado.

Fontes:

  1. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16142557
  2. ScienceDirect
  3. http://therapy.epnet.com/nat/GetContent.asp?chunkiid=201344
  4. https://www.conasi.eu/blog/consejos-de-salud/kale-y-sus-competidoras/
  5. Nutri-Facts

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Valoração da Kale

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