Uva Ursi, ou Uva-de-Urso: Um excelente remédio para problemas urinários

Uva Ursi, ou Uva-de-Urso: Um excelente remédio para problemas urinários

Apesar de ser conhecida também por Uva-ursina e tem o nome científico de Arctostaphylos. Traduz-se como “uva-de-urso” ou “baga de ursos” dado que é a predileta destes animais, tal é o fascínio que estes animais manifiestam pelo fruto deste arbustro no outono, sendo básico tanto na sua dieta, como também na de outros animais, como urze e tetrazes. E, por aquilo de que “a natureza é sábia”, já podes imaginar as suas qualidades…

No entanto, vamos focar as nossas atenções nas suas propriedades para o ser humano, pois os seus muitos benefícios para o organismo eram já sobejamente conhecidos desde a Idade Média pelas suas propriedades astringentes, antidiarreicas, anti-inflamatórias e hemostáticas…

Propriedades da Uva-de-Urso

O que é a Uva Ursi?

A uva ursi é, grosso modo, um extraordinário remédio para problemas urinários.

De pequeno tamanho, pode considerar-se uma planta rastreira, já que a altura máxima que pode alcançar é de dois metros, e nem sequer é a sua média de altura. Floresce por volta do mês de maio.

Da uva-de-urso é tudo aproveitado, de modo que tanto as folhas como os caules, como os frutos, são aproveitados e são colhidos ao longo do ano. Isso sim, apenas as duas primeiras servem para elaborar fórmulas medicinais.

Ao nível de dados morfológicos, podemos dizer que as suas flores são brancas ou rosáceas, e estão dispostas em ramos terminais. Relativamente às suas bagas, têm uma grande semelhança com o mirtilo americano e são esféricas. As suas medidas são entre 6-8 milímetros de diâmetro e, depois de maduras, são vermelhas.

Falemos agora da sua proveniência e história

Relativamente à sua distribuição geográfica, a uva-de-urso adapta-se perfeitamente aos territórios sub-árticos, de modo que as zonas nas quais maioritariamente abunda esta espécie é nas zonas setentrionais da Europa, mas também em elevadas latitudes da Ásia, assim como na tundra do Canadá.

Da mesma forma, é do mais comem ver um bonito manto formado pelas suas diminutas folhas nas clareiras dos pinhais e dos carvalhos da cordilheira dos pirinéus e nas planícies elevadas do sistema ibérico.

Uma trajetória ancestral é a que acompanha a uva-de-urso como remédio para tratar os problemas do aparelho urinário. E isso, tanto na América como na Europa. Tanto assim é ao ponto de que, antes de serem descobertas as sulfamidas, o seu princípio ativo mais destacado, de nome arbutina, costumava ser receitado pelos galenos como antisético no caso de infeções das vias urinárias, como nefrite, pielonefrite, cistite e uretrite.

Mas não são as únicas utilizações desta planta, já que desde pelo menos há 2.000 anos, foi a planta base na sapiência popular como astringente, diurético suave e para o tratamento de patologias do trato urinário.

De facto, parece que os indígenas americanos recorriam muito a esta planta como recurso natural contra as dores de cabeça e quando a deficiência de vitamina C deixava a sua marca na forma de escorbuto. Tal era a fé que tinham nesta planta.

Fruto da Uva-de-Urso

Quais são as suas propriedades e que benefícios tem a Uva-de-Urso?

Além dos muitos benefícios da uva-de-urso, que recuperámos para ti num completo post específico, queremos destacar mais algumas questões.

Sabias que é nas folhas da uva-de-urso onde se concentra a grande parte dos seus princípios ativos? Estes são os que conferem à espécie as suas propriedades medicinais, entre as quais se destacam os taninos, que sobressaem pela sua função astringente, e os flavonóides, que têm uma ação antidiurética.

Por outro lado, a alantoína, é um fator da planta que é associado às suas propriedades sedantes e com a possibilidade de estimular a reparação dos tecidos. Do mesmo modo, ajuda na cicatrização, ao fomentar o crescimento de células saudáveis.

A folha da uva-de-urso tem uma utilização externa da que talvez ainda não tenhas ouvido falar, e é em forma de lavagem cutãnea, pois acelera o processo de regeneração da pele após cortes e arranhões.

Do mesmo modo, a alantoína ajuda também na eliminação de bactérias e de substâncias indesejáveis como toxinas, ácido úrico, gordura e excesso de sais minerais. A par destas características, ressalta a sua capacidade para tratar o herpes labial e as infeções vaginais.

No extenso leque de substãncias ativas ao nível farmacológico, a uva-de-urso contém o ácido ursólico, um conhecido diurético e poderoso astringente.

São diversas as partes do corpo para a qual a “uva-de-urso” atua como tónico, principalmente para os rins, o fígado e o pãncreas, incluindo também os uréteres e a uretra. Deste modo, parece estar comprovado que reduzem a formação de cristais de ácido úrico, responsáveis pelos dolorosos acesos de gota. E não se esgotam qui as suas qualidades, já que inclusivamente atuam como analgésico em quadros de cólicas por cálculos naa bexiga.

Não ficaria completa a relação de propriedades terapéuticas, curativas ou paliativas da uva-de-urso sem fazer referência a que:

  • É um fator de prevenção das infeções pós-parto.
  • Funciona na perfeição para tratar diarreias crónicas pela má absorção, ao promover a formação do bolo fecal e isso graças à sua elevada concentração em taninos.
  • Promove o relaxamento dos músculos, servindo como coadjuvante na recuperação de tecidos irritados e inflamados, no caso de se tomar como suplemento dietético.
  • Ajuda a combater a pressão arterial alta. Como? Graças a que é um diurético e, nessa qualidade, estimula a fluidez da urina e da micção. assim sendo, serve como suplemento nas dietas para baixar de peso, ao servir de contra-peso para a retenção de água.
  • Mas, cuidado! Se a vais a utilizar nesse sentido, recorda que produzir um volume de urina superior ao normal e de maneira sustentável, desemboca numa eliminação  de potássio excessiva que vais ter que compensar via alimentar ou em forma de suplementação.
  • Serve para o tratamento da enurese noturna, um problema do qual não se costuma falar, mas que afeta a uma boa percentagem de crianças e adultos.

Cultivo da Uva-de-Urso

Outros benefícios para a saúde

A somar a tudo isto que referimos até agora, e excluindo expressamente a sua função sobre o aparelho excretor, que vamos abordar no seguinte apartado, um dos principais beneficios da uva-de-urso é o de ajudar a reduzir a acumulação de ácido úrico e, por esse facto, a formação de cálculos de uratos na bexiga.

Também não devemos esquecer o modo em como intervem em patologias osteoarticulares e musculares, entre as quais se destacam os problemas de costas,de artrite e do reumatismo.

Para dar por concluído o capítulo de utilidades de uva-de-urso, vamos citar dois campos alheios à saúde humana, nos quais encontra cabimento, já que as bagas de uva-de-urso são das mais apreciadas para a confeção de geleias e compotas, assim como as suas folhas são incluidas como aromatizante no processo de fabrico do tabaco de cachimbo.

Qual é o papel da Uva-de-Urso no tratamento das infeções urinárias?

Apesar das suas muitas qualidades, a sua substãncia mais aclamada é a arbutina, atendendo às suas propriedades para o desencadenamento de uma grande eficácia antisséptica e anti-inflamatória nas vias urinárias. A arbutina é um glicóssido que se hidrolisa pelo efeito da flora bacteriana do intestino.

A consequência desta hidrólise? Enquanto metabolitos resultantes, são gerados açúcar e hidroquinona, uma substância muito ativa ao nível farmacológico que depois é libertada pelo fígado por via sanguínea e chega aos  rins. É, a partir desse momento, quando liberta os seus efeitos antisépticos, eliminando-se por completo através da urina.

No ciclo metabólico da hidroquinona, existe uma fase importante baseada na combinação com o ácido glicurónico, segregado pelo sistema digestivo que dá lugar a outro componente que atua sobre as membranas mucosas das vias urinárias, produzindo a redução da inflamação.

Podemos dizer que, mesmo que o ponto de partida deste processo terapêutico arranque com a ingestão de arbutina, é a hidroquinona a substância que faz das “bagas de urso” um impressionante antissético urinário, responsável da maioria dos efeitos destinados a fazer face às infeções nessa parte do organismo.

De qualquer forma, é relevante ter o conhecimento de que para que a hidroquinona seja eficaz nesta ação precisa que a urina seja alcalina, uma vez que quando o pH é baixo, tede a ficar inativo.

Este dado serve para entender o porqê, para facilitar o funcionamento de um tratamento com uva ursi, pois é aconselhável seguir uma dieta rica em frutas e em verduras, alimentos que ajudam a elevar o pH da urina.

A seguinte opção que deves ter presente é a ingestão de bicarbonato de sódio, mas o problema é que esta substância pode desencadear certos efeitos secundários, pelo que o ideal é optar pela via dietética para alcalinisar a urina.

Queres um argumento de peso que dê conta das qualidades da uva-de-urso? Pois aí tens um: a European Scientific Cooperative on Phytotherapy (Cooperação Científica Europeia em Fitoterapia) incluiu na sua lista de substâncias aptas para o tratamento da cistite sem complicações, naqueles casos nos quail não resulta indispensável recorrer a terapia com antibióticos.

Uva-de-Urso para infusões

Tem efeitos secundários?

Mesmo que hajam poucas dúvidas em relação à segurança da ingestão da uva-de-urso durante períodos de tempo breves, se observares que urinas com demasiada frequência ou sentes alguns dos sintomas que vamos reproduzir de seguida, deves interromper o seu consumo.

Entre estes efeitos secundários estão:

  • Ardor
  • Vómitos
  • Disneia (dificuldade para respirar)
  • Convulsões

A principal complicação no momento de consumir uva ursi em grandes quantidades é que tenhas náuseas e vómitos, e até irritação intestinal, atendendo ao seu elevado conteúdo em taninos.

Enquanto diurético, pode chegar a reduzir a quantidade de potássio do organismo, como já referimos, pelo que é recomendável enriquecer a dieta através do consumo de verduras frescas e frutas, sobretudo bananas.

E contra-indicações?

Em relação a que as grávidas podem tomar uva-de-urso, em princípio não são conhecidos suficientes dados que avalem ou neguem possíveis efeitos adversos da uva ursi no desenvolvimento fetal e na composição do leite materno.

Assim, de modo preventivo, aconselha-se que as mulheres grávidas e as que se encontrem em período de lactância, evitem a toma da uva ursi. O mesmo se pode dizer das crianças menores de doze anos.

Determinadas situações patológicas são suscetíveis de que o consumo de uva ursi, em qualquer das apresentações possa agravar os sintomas. Algumas delas são as doenças renais, a hipertensão arterial, as úlceras de estômago e de duodeno ou a doença de Crohn.

Portanto, se te quixas de alguma delas, deves ter cautela com a ingestão desta substância, e isso porque as alterações gastrointestinais, inclusivamente as pasageiras, podem ver-se agravadas.

A razão? São suplementos que contêm elevadas quantidades de taninos, como já anteriormente referimos, capazes de irritar a membrana que “ttapa” interiormente o estômago e os intestinos.

Se estás a fazer um tratamento com diuréticos, também deves ter presente que a toma simultânea de uva ursi pode contribuir para gerar um desequilíbrio nos eletrólitos (principalmente cálcio, cloro, magnésio, potássio e sódio), cuja consequência é a que se podem manifestar desordem nas reações nervosas e na função muscular.

Tem presentes as seguintes interações

No momento de pensar nas possíveis interações da uva ursi, que não são poucas, e isso pese ao facto de se tratar de uma substância natural, tens que distinguir entre interações com medicamentos e com espécies vegetais. Vejamos as principais.

Interações da Uva Ursi com medicamentos

  • Por um lado, estão os conhecidos como não esteróides. Entre os mais conhecidos estão o ibuprofeno ou a indometacina. Os efeitos de ambos são acentuados dada a presença da arbutina pela exacerbação da hipersensibilidade à segunda.
  • Por outro lado, dentro do grupo de corticosteróides, volta a ser o mesmo princípio ativo, a arbutina, o que potencia os efeitos de prednissolona e dexametassona, no caso de que sejam aplicadas para a dermatite por contato ou edemas.

Por este motivo, é necessário que extremes a precaução se vais consumir uva ursi em combinação com qualquer tipo de anti-inflamatório, tanto corticoesteróides como não esteróides.

Em segundo lugar, a uva-de-urso demonstrou a sua capacidade para interatuar em sinergia com agentes farmacológicos que potenciam a produção de urina, e no caso dos acidificadores de urina (um dos quais é a vitamina C ou ácido ascórbico), que podem produzir uma barreira do efeito antibacteriano da uva ursi.

Certos medicamentos, como o cloreto de amoníaco ou a rosa mosqueta, produzem semelhantes efeitos, como acontece com eo sumo de mirtilo, que pode acidificar a urina em excesso.

A sensu contrario, convém ressaltar o efeito alcalinisador de certos alimentos, como a menta, o mel, as passas, os feijões ou os espinafres, e de alguns medicamentos antiácidos ou do mesmo bicarbonato sódico.

Interações com outras espécies vegetais

Não te esqueças que, combinar uva-de-urso e aloe vera, dada a aloesina ou aloína contida nesta última substância, estimula a capacidade natural da inibição da enzima tironase, responsável pela oxidação dos fenóis, intensificando a função despigmentante da uva ursi.

Da mesma forma, a arbutina está presente na melhorana (que se usa como condimento) ou na damiana (que se usa para fazer face aos estados de esgotamento e problemas respiratórios), por exemplo. Por este motivo, temo que ser especialmente cautelosos com esta combinação, capaz de aumentar os níveis sanguíneos e urinários da hidroquinona.

Infusão Uva-de-Urso

Como tomar Arctostaphylos?

Já referimos anteriormente que a uva ursi funciona melhor na urina alcalina, pelo que quando planeies uma dieta, deves fugir de tudo quanto promova a sua acidificação dos fluidos orgânicos, pois é lógico que a urina esteja influenciada.

O que significa isto? Pois ques prescrever na sua maioria o consumo de alimentos demasiado ácidos, mas não é de mais recordar que a maioria dos alimentos são ligeiramente ácidos, à exceção da clara de ovo.

Também pode acontecer que comeces a tomar uva ursi para o tratamento da hipertensão arterial. Neste caso, voltamos a reiterar a importância de consumir mais vegetais frescos e frutas, sobretudo aquelas que são ricas neste macromineral.

Não obstante, não te esqueças que o mais genérico dos usos de uva-de-urso tem o propósito de lutar contra as infeções urinárias. É verdade que não existem evidências clínicas fidedignas que possam dar fé de uma específica posologia, mas esta costuma pautar-se por uma dose diária de 8-10 g de foha.

Por outro lado, não foi estabelecida uma dose padrão da uva ursi, smas sim que a mesma varia dependendo da intensidade da patologia que se pretenda lutar. Pese embora esse facto, costuma ingerir-se 3 ou 4 tomas diárias de 2 ou 3 gramas de extrato, que garantem de 100 a 200 mg de arbutina.

Importante: a norma básica relativamente ao consumo de uva ursi eé não prolongar o seu consumo mais de uma semana nem de cinco tratamentos semanais no mesmo ano.

É essencial que encontres no mercado produtos com uma certa homogeneidade na sua composição. Para tanto, a Farmacopeia Europeia estabelece um mínimo de 7 % de arbutina em relação com o peso da folha seca. De qualquer forma, com frequência podes encontrar concentrações que podem alcançar os 15 %.

Determinados estudos demonstram que as doses que superem em dez vezes a dose recomendada, dão lugar ao aparecimento de náuseas, vómitos, convulsões e tinnitus, (zombido nos ouvidos produzido como consequência da concentração de hidroquinona), dificuldade para respirar e cianose, que deriva desta última e que consiste em que o organismo adquire uma tonalidade azulada. Por outro lado, tomar uma dose de 30 gramas ou mais pode ter consequências fatais.

Suplementos de Uva Ursi

Relativamente às formas de apresentação, são várias as que tens à tua disposição, podes escolher em função das tuas preferências e do objetivo para o qual esteja recomendada cada uma:

  • Infusão. É tão fácil como ferver apenas a uva ursi ou em combinação com várias possibilidades. Um primeiro exemplo é uma pequena colher de folhas de uva-ursina por chávena de água, e que podes ingerir três por dia. Outra consiste em preparar num litro de água, uma colher de tomilho, uva-ursina, vara de ouro e urze. Também podes fazer o mesmo, mas com tomilho, rabo de cavalo, uva-ursina, calêndula e sementes de linho. Para fazer face a infeções vaginais, mistura em partes iguais rabo de cavalo, tomilho, uva-ursina e camomila.
  • Especialmente indicada para lutar contra as inflamações da bexiga e da uretra se a combinares com outras espécies vegetais com ação antibacteriana, sendo os seus melhores expoentes as barbas de milho, as flores de malva ou o rabo de gato. Para issp, combina 20 gramas de cada uma. Ferve a mistura durante uns minutos e toma 3-4 taças ao dia.
  • Chá de uva ursi. Com grande reputação dada a sua  letalidade sobre várias espécies de bactérias, como: Escherichia coli, Staphylococcus spp, Pseudomonas aeruginosa, Ureaplasma urealyticum, Proteus vulgaris e o micoplasma de Friedlander, responsável por causar uma grave pneumonia, além da levedura Candida albicans. Este chá é usado no tratamento da acumulação de uratos em cálculos renais, bronquite, nefrite, dores de costas e cistite.
  • Pó, cápsulas e tintura (aplicada 5 ml 3 vezes ao dia).

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    Sobre Alberto Ricón
    Alberto Ricón
    Alberto Ricón é Técnico de Saúde Alimentar, especialista em nutrição e higiene alimentar com vasta experiência no setor.
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