- Na última semana de fevereio de 2023 foi publicado um novo estudo realizado com a cafeína da HSN, onde participaram 20 atletas de resistência.
- O produto da HSN foi escolhido pela sua alta pureza e decidido pelos grupos mais reconhecidos da medicina, ciências da saúde e nutrição desportiva no campo da investigação científica, das Universidades espanholas de Sevilha e Alcalá.
- A cafeína pode melhorar a concentração e o estado de alerta, bem como o rendimento desportivo, não só reduzindo a percepção do esforço, mas também melhorando o metabolismo energético a curto prazo e de alta intensidade.
- Este estudo demonstra como a cafeína de alta qualidade, como a da HSN, é uma ajuda ergogénica que tem importantes implicações positivas no rendimento desportivo em pessoas habituadas à prática de disciplinas de força, resistência e daquelas em que a relação carga-potência é importante.
Objetivos e características do estudo
Os objetivos do estudo eram examinar os efeitos agudos da toma de cafeína sobre a força, a potência e a resistência muscular dos membros inferiores e superiores, com diferentes cargas, em atletas treinados.
Os investigadores apresentaram a hipótese prévia de que:
“…o consumo de cafeína aumentaria a força, a potência e a resistência muscular a intensidades de carga moderadas independentemente das extremidades que participassem no exercício…”
Qual era o protocolo de suplementação com cafeína HSN?
O conceito do estudo consistiu num experimento duplo-cego, cruzado, aleatório e controlado por placebo.
Na primeira visita os participantes foram avaliados em relação aos seus hábitos dietéticos e de atividade física, para além de receberem uma avaliação da sua composição corporal e força através de testes de 1-RM.
Nas duas seguintes visitas, separadas pelo menos 72h para garantir a suficiente recuperação entre sessões, os desportistas consumiram 3mg/kg de cafeína numa ocasião, e 3mg/kg de placebo na otra. Ambas as bebidas eram equivalentes em sabor, entregues no mesmo tipo de embalagem opaca de modo que nem os investigadores nem a amostra de utilizadores investigada sabiam o que estavam a consumir (duplo-cego).
O exercício começou após 60 minutos de administração da bebida.
Foram feitas avaliações da potência e da força medidas através da velocidade de deslocamento da barra com um encoder linear numa máquina Multipower, em exercícios de Agachamento com barra nas costas e Supino. Foi aplicado um protocolo experimental de carga incremental a 25, 50, 75 e 90% da 1RM. Com 3 minutos de descanso entre séries.
A resistência muscular foi avaliada pedindo aos sujeitos que completassem uma série a 65% e a 85% da 1RM fazendo o maior número possível de repetições à falha muscular total, com 5 minutos de descanso entre ensaios.
Em terceiro lugar, avaliou-se a força isométrica através da utilização de dinamómetro manual e de um teste de “pull porta” em alcance médio coxa.
Por último, avaliou-se o Salto Vertical mediante teste de SJ e CMJ sobre uma plataforma de força.

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Resultados do estudo
- O estudo mostrou diversos resultados demostrando interações positivas (ou seja, boa eficácia) na quantidade de força desenvolvida e, portanto, na velocidade máxima e média da barra, especialmente no Agachamento com barra nas costas.
- O efeito da cafeína também foi notado na resistência muscular e na força pico, contribuindo para completar mais repetições, nas diferentes cargas avaliadas.
- A cafeína também gerou uma melhoria significativa no rendimento da força isométrica, contudo, não foram observadas diferenças evidentes no rendimento do salto vertical, nem na altura alcançada nem na quantidade de força gerada.
Conclusões
Após análise estatística dos dados obtidos, os autores concluíram que:
- A ingestão de 3mg de cafeína por quilograma de peso corporal melhorou a força, a potência e a resistência muscular em atletas treinados.
- As análises de dados mostraram que estas melhorias no rendimento são mais evidentes e pronunciadas em cargas altas (≥ 75% 1RM) e mais notáveis nos exercícios da parte inferior do corpo do que nos exercícios da parte superior do corpo.
- Em atletas treinados, tanto homens como mulheres, habituados ao consumo de cafeína, os seus efeitos ergogénicos evidentes e positivos são principalmente influenciados pela carga e pelo tamanho do grupo muscular selecionado.
- Os investigadores escolheram uma cafeína da mais alta pureza para o seu estudo, uma vez que esta tem de satisfazer critérios de qualidade claros e específicos.
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- Esta não é a primeira vez que a investigação científica decide utilizar a cafeína HSN como referência de pureza máxima para avaliar os efeitos da sua investigação. Podes encontrar estudos anteriores aqui e aqui.
- Podes aprender mais sobre os efeitos reportados da cafeína em desportistas neste Post.

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